Terra de inolvidável beleza
Terra de inolvidável beleza
De cara voltada para as águas
Encerras em ti a emorme pureza
De menino crente que reza aos céu pelas mágoas.
Nada da tua perfeição se exclui
Tudo se soma, tudo se acrescenta
Em parte és sonho que eu já fui
Que por puro medo me afugenta.
Caminhos perplexos distantes
Sobre tuas encostas escondidos
Palmilhados com o sangue de tua gente
Que choram seus filhos perdidos.
Colaborador anónimo
This entry was posted on Sunday, December 3rd, 2006 at 12:24 pm and is filed under Uncategorized. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed.
You can leave a response, or trackback from your own site.
Nuno Says:
Tens uma visão engraçada da ilha…
Ou não…
Mas será que eles são assim tão tristes , tão medonhos de conhecer?
Aquele abraço