És

És…

Clarividência pura

Orgasmo de raiva

Suavidade imperial

Peça de xadrez aniquilada

Boato de vida

Certeza de morte

Veneno letal

Eloquência erudita

Falácia instrumental

Aristocrata mendigante

Meretriz letrada

Vulcão ardente

És…

És…

Um sonho…

colaborador anónimo

This entry was posted on Tuesday, April 3rd, 2007 at 6:32 pm and is filed under Uncategorized. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

1 Comment

  1. nuno Says:

    Eu ia jurar que o fervilhar destas emoções eram capazes de derivar para a noção de amor… Será? Aqui fica a minha leitura!
    Para se conseguir perceber determinados poemas é necessário conhecer a vida de quem o escreveu, e este poema não consigo encaixá-lo na tua vivência a não ser com o que disse atrás!Boa obrigaste-me a pensar pela primeira vez !!!parabéns

    April 3rd, 2007

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