Equilíbrio emocional
Mas, por vezes, os nossos pequenos trilhos não são percorridos consoante as nossas vontades e quereres, mas sim, tendo em conta o meio em que estamos inseridos e as pessoas que nele se movimentam e influenciam as nossas crenças, atitudes, pensamentos e vontades.
Não dando asas ao ego de tomar conta da nossa personalidade, temos que procurar incutir nos outros a nossa de vontade de querer concretizar, objectivar e realizar as tarefas à nossa maneira. Tal e qual, xutos e pontapés.
Fabulasticamente, o mar, procura sempre subir as encostas, no entanto, com paciência, preponderância e muita insistÊncia, a areia, as pedras e os vários ocupantes das ditas encostas continam a negar, sempre que possível, a tomada de posição soberana do mar.
Assim, como a vida, também as personalidades são classificadas com muitas virtudes e muitas desvirtudes. E, cabe às nossas características físicas, psicológicas e sociais manter o equilíbrio das personalidades multifacetadas. Para manter esse equilíbrio temos que aprender a controlar as nossas emoções.
Só o equilíbrio emocional nos proporciona uma construção equilibrada da nossa personalidade, bem como, de um viver diário flexível no domínio emocional.
Na estrada da ilha ainda se procura esse estável equilíbrio e o viver mentalmente aberto, mas concentrado só num e num só meio social. Apesar de termos tantos meios sociais onde nos movimentamos e vivemos, não deveremos deixar confundir e interligar esses meios sociais, pois desencadeia emoções desequilibradas e desajustadas de um meio para o outro.
Para reflectir,
Na estrada da ilha,
Nuno Santos.
Orlando says:
De volta? Óptimo!
Também prometo regressar um dia destes!!
Abraço